27.3.13

Obscure: Four


Oi moranguinhos, tudo bem? Então, eu queria muito que vocês comentassem nos capítulos de Obscure, de verdade. Tipo, eu sei que demorei de mais à voltar, inclusive me arrependo de ter abandonado aqui, mas eu voltei não é? Então por quê cês não voltam também? Poxa, isso tá me deixando triste, na boa. Eu sei que muitas de vocês podem estar lendo todos esses capítulos e ainda assim não estarem comentando, então por favor, apareçam! Eu realmente não quero abandonar o Fanfics Justin Bieber novamente, mas vocês estão praticamente me forçando à cometer esse ato. Ah, e divulguem, por favor? É muito importante que para o bom funcionamento do site, vocês me ajudem à divulgá-lo. E por favor, apareçam! Boa leitura.

FOUR - FOREST


– Narrado por pessoa onipresente. –

Taylor Momsen respirou fundo, tentando encorajar a si mesma a entrar em casa. Enfiou uma de suas mãos dentro do bolso da calça, tirando de lá aquele pequeno pedaço de papel, que mesmo pequeno, havia causado um grande horror na garota. Apertou-o fortemente na mão esquerda e em seguida, levou a mão direita até sua bolsa, tirando aquele mesmo molho de chaves. Escolheu uma das chaves e abriu a porta de casa, ainda com o bilhete em mãos. Sua respiração estava acelerada, pois ela temia encontrar aquele cara maluco. Mas, sua casa estava perfeita e devidamente normal. Nada de escuridão, nada de olhos castanhos, nada de vultos sinistros. Deu de ombros, seguindo diretamente o caminho para seu quarto. Ao chegar ao mesmo, Taylor tomou um banho e vestiu seu pijama de caveirinhas, descendo novamente para a sala de estar. Fez pipoca e pegou uma latinha de coca-cola, pondo toda a bebida dentro de um copo – ela sempre preferia assim. Deixou a pipoca e a coca de lado, voltando para seu quarto e escolhendo quatro dos muitos DVDs de terror dali.

Logo Taylor já estava deitada no sofá, comendo pipoca e tomando a coca-cola enquanto assistia “Maré de Sangue”. A garota estava tão entretida no filme, que mal percebeu que estava sendo observada por... Bem, pelo dono dos olhos castanhos. E foi então que, do nada, Taylor começou a ficar tonta. Sua cabeça parecia latejar e sua visão estava começando a escurecer. Momsen fechou as pálpebras fortemente, tentando fazer com que aquela tontura desaparecesse; de nada adiantou. Até que ela não aguentou mais, acabou desmaiando, mas não antes de poder ver muito bem um par de olhos castanhos aterrorizantes observá-la da pior forma possível.

xx xxx xx

Taylor abriu os olhos devagar e ao perceber onde estava, arregalou-os no mesmo instante. Momsen, no momento, se encontrava no meio de uma floresta ao qual nunca esteve em toda a sua vida. Ao seu redor, só haviam árvores, pássaros e terra. A garota entrou em pânico e levantou-se rapidamente. Ela simplesmente não acreditava, não queria acreditar que estava ali. Taylor procurou por sua bolsa e quando a viu, pegou-a e a primeira coisa que procurou foi por seu celular, mas só o que encontrou foi alguns livros e objetos, o maço de cigarros e mais um bilhete. Novamente, a mesma caligrafia apressada.

Surpresa! Sua vida estava chata e entediante, então eu decidi fazer uma surpresinha para você, gostou? Espero que sim. Tive que pegar o seu celular ‘emprestado’, e acho que não vou devolvê-lo. Não há ninguém por aqui além de nós dois, então não adianta gritar e pedir por socorro até porque meu dever não é te ajudar e sim fazer você pedir por ajuda. Prometo que teremos muitos momentos marcantes por aqui e sua vida nunca foi tão ‘divertida’ como será, garanto que você irá sair daqui satisfeita... Se é que você vai sair daqui. Não esqueça que eu estarei no lugar mais inimaginável para você, e neste momento, eu estou te vendo.

xoxo.

Taylor estava com muito medo e ela nem sabia que as coisas só piorariam. Olhou para o céu e percebeu que já era de manhã, possivelmente 07h00. Há essa hora, ela deveria estar se arrumando para o colégio, mas não, ela estava presa no meio de uma floresta junto com um serial killer que tinha intenções nada boas com ela. Bem, não tinha nada para fazer a não ser procurar pela maldita saída daquela maldita floresta. Suspirou e começou a andar para o lado norte, traçando o caminho que via pela frente sem se importar com definitivamente nada. Ela podia sentir que estava sendo observada, seguida e caçada. Ela conseguia escutar seus passos bem perto, mas ao olhar ao seu redor não conseguia ver ninguém. Tudo aquilo estava deixando-a maluca, era como se ela estivesse sendo obrigada a implorar para ser morta. O medo e a adrenalina se uniam a um só e corriam por suas veias.

Quando seu corpo estava quase esgotando de tanto cansaço, Taylor encontrou uma cabana abandonada. Pela primeira vez na vida achou que teve sorte, mas logo percebeu que não havia ninguém ali dentro e suas esperanças foram por água abaixo. Aquela cabana poderia ter uma aparência velha por fora, mas por dentro era bastante organizada. Os móveis não eram velhos e tudo era bastante simples. Havia um cheiro diferente ali, um cheiro de... Perfume. Uma cabana velha e abandonada deveria cheirar a mofo ou algo do tipo, não à Dolce & Gabbana. Ao sentar na cama de casal coberta por lençóis extremamente brancos, Taylor sentiu que estavam quentes, como se alguém tivesse deitado ali por horas. Se provavelmente não havia ninguém ali a não ser ela e esse... esse cara maluco, aquela cabana era dele!

Taylor levantou-se no mesmo momento da cama, e pensou em sair dali naquele instante, mas ao ver algumas coisas interessantes por ali que poderiam ajudar a descobrir quem era esse serial killer, a garota desistiu. Direcionou-se até o criado-mudo e pegou um porta-retrato que havia ao lado do abajur. Na foto, havia um garoto que aparentava ter nove anos juntamente com um homem que aparentemente deveria ter vinte e poucos anos. Taylor gostou das tatuagens daquele homem. Abriu a primeira e única gaveta do criado-mudo e pegou todas as fotos que haviam ali, apoiou-se no móvel enquanto passava todas as fotos e olhava-as detalhadamente para ver se reconhecia alguma daquelas pessoas. Fora uma perda de tempo. Em todas haviam o mesmo garoto sempre acompanhado de pessoas diferentes, e em algumas fotos, os rostos estavam riscados de caneta preta.

Depois de colocar as fotos em seus devidos lugares, Taylor direcionou-se até uma estante cheia de livros – que eram mais parecidos com álbuns. Escolheu um e ao abri-lo, arregalou os olhos. Aqueles “álbuns” deveriam ter todas as informações de possíveis vítimas que aquele “cara maluco” já teve. Na primeira página, tinha a foto de uma mulher sorridente – era morena, tinha cabelos incrivelmente pretos e olhos azuis –, ao lado da foto tinha um tipo de “ficha” da mulher, onde continham nome, idade e tudo o mais. Seu nome era Angelina Brooke. Um pouco mais abaixo havia uma foto dela, agora já morta – cabeça e pés cortados – e por último havia um saquinho com alguns fios de cabelo dela, como se aquilo servisse de lembrança daquela moça tão bonita. A cada página que Taylor virava, era uma nova vítima. Como eram muitos “álbuns”, aquele serial killer deveria ter realmente milhares de vítimas. Só então Momsen se deu conta do quão estava correndo perigo. Ele deveria ser maluco, e pessoas malucas fazem coisas malucas.

A garota deixou todos aqueles “álbuns” de lado e saiu correndo da cabana, pois sabia que de nada adiantaria continuar ali. Ao pisar no último degrau da escada improvisada de madeira, Taylor encontrou mais um bilhete apoiado com uma pedra em cima. Pegou-o e leu-o.

Procurando pelo o que não é da sua conta? Que feio! Você sabe que meninas más sempre passam por coisas más, e ainda insiste em fazer o que não deve. Não sei se devo continuar sendo uma pessoa boa com você.

Ao terminar de ler, Momsen sentiu seu sangue ferver. Esses bilhetinhos já estavam a deixando com raiva. De repente, um barulhinho chato de galho de árvore se quebrando soou. Ele estava mais perto do que Taylor poderia imaginar. A garota olhava para todos os lados possíveis, a procura daquele homem doente que nem tinha ideia do quão... Nojento ele era.

– Você é doente, seu estúpido! Não tem ideia do que está fazendo, não é mesmo? Por que não aparece e resolve isso como um homem de verdade? Você é desprezível, eu tenho nojo de você. – Taylor gritou. Nada aconteceu. Ela bufou e continuou andando. Logo encontrou mais um bilhete, desta vez perto de uma árvore.

Tentanto bancar uma de valente? Ah, aposto que se eu aparecer, você não seria tão valente assim. Você me deixou com raiva, Taylor. Eu não queria fazer isso, mas você me obrigou. Prepare-se, pois agora você viverá num inferno. Eu te farei implorar para morrer, só para não ver o que verá agora em diante. Sabe aquelas garotas que você viu nos meus livros pessoais? Bem, você as encontrará em breve. Não darei mais detalhes, pois não quero estragar as próximas emoções desse filme. Bem, acho que está na hora dos nossos participantes especiais e figurinistas entrarem em ação. Talvez você me veja por aí, mas garanto que não me reconhecerá. Você me achará bonito o suficiente para nunca te machucar, e bem, você estará completamente enganada. É engraçado como as mulheres pensam pequeno.

Naquele filme, eles eram os atores principais. Talvez aquele filme não fosse de terror, talvez fosse de romance, ou até mesmo de drama. Taylor não sabia onde havia se metido, e se duvidasse, poderia até mesmo ser um filme de comédia. Mas de engraçado ali, não havia definitivamente nada.

13 comentários:

  1. AAAAAAAAAAAAA
    CONTINUA CARAI!

    kkkkkkkkkkkkk o/

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  2. Omg! Anciosa para o próximo capítulo, como sempre divo *u* -Srta.walker

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  3. Perfeito mesmo!
    Posta o próximo rápido :b

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  4. MelDeuz' continua isso logompff, eu amo sua fic... Estou com medo pela Taylor ;S

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  5. \0/ continuaa , está perfeito

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  6. Já esta afiliada ao meu blog :)
    Se muder me afiliar ao seu agradeço.
    http://imagine-pravcbelieber.blogspot.com.br/
    bjos

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  7. amr, divulga meu blog? pf :c
    http://biebercometrue.blogspot.com.br/
    Se quiser, eu divulgo o seu tbm :)
    Obrigada anjo, bjs

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  8. Isadora30.3.13

    Continua, você escreve muito bem.

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  9. Anônimo7.4.13

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  10. Anônimo7.4.13

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    subjeсt. Ι reallу lіke аll the points yоu haνe maԁe.


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  11. Anônimo5.5.13

    puta que pariu. posta logooooo. cheguei aqui hoje já tô ansiosa para o próximo. postaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa logoooooooooooooooooooooo.
    By: Bru. *------*

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  12. Anônimo5.5.13

    voltei pra dizer uma coisa: little peace of a heaven é fodaaaaa. Li os capitulos escutando ela. avenged s2
    By: Bru *-----*

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